terça-feira, 10 de setembro de 2013

05 coisas que odiamos no mundo gamer

01 - Eu odeio listas da IGN

Uma coisa é verdade nesse universo gamer, nenhum gamer fica satisfeito com qualquer lista. Mas a IGN é considerada a mais odiada por todas. Alguém sabe explicar o por quê? Será o fato que eles dão muito privilégio para algumas fabricantes e outras não? Será que eles não são coerentes ou porque  fizeram uma lista de acordo com o gosto deles em vez de uma pesquisa mais séria na qual todos experimentaram os jogos que constaram na lista? É obvio que a IGN e tantas outras fazem listas por mero gosto pessoal e as vezes coloca um joguinho ali pouco desconhecido para fazer média, mas por trás dessa lista, existe sim tendenciosismo e o marketing da polêmica para conseguir audiência. Resultado, toda lista que esse site publica centenas e milhares de gamers em todas comunidades e no próprio site se guerreiam a favor ou contra a lista. E por mais que odiamos, ainda caímos nessa armadilha e pior muita gente acredita fielmente nessas listas.

02 - Eu odeio fanboys e istas

Em todas comunidades é comum essa figura que defende e veste a camisa da sua empresa preferida. Todo mundo tem suas preferências, mas o fanboy ou ista vai além, ele tende a sempre colocar seu gosto superior ou melhor que o dos outros. Dessa forma surgem diversos personagens em comunidades com o intuito de fazer a sua propaganda para sua marca querida. Deles nascem os famosos haters de empresa rival que poluem todos fóruns e comunidades de games. Mas qual o segredo para exterminar essa raça? Basta não dar atenção, o famoso gelo, que essa figura corre para outra comunidade para enfim conseguir seu objetivo.

03 - Eu odeio Metacritic

A famosa média da controvérsia. Será que todo jogo será considerado bom ou ruim através dessa média. Será que não existem interesses por trás disso. Por que nem todas notas são publicadas. Por que não existe critérios mais transparentes e coerentes para inserção de notas no site? O pior de tudo, é que os jogadores agora avaliam um jogo bom ou ruim através dessa média, antes mesmo de jogar propriamente. Estamos chegando ao cúmulo de jogadores acreditarem que o jogo é bom se, somente se, o jogo tiver média maior que 8,0. Abaixo disso o jogo é ruim! Interessante não?

04 - Eu odeio o Vgchartz

Quem nunca falou de Vgchutes? Tem gente que ainda acha esse site tem credibilidade e ser fonte primária para dados de vendas. Tá certo que eles fornecem uma boa fonte de dados sobre determinados jogos e consoles, mas infelizmente a maioria dos dados são desatualizados e fora da realidade, principalmente de jogos poucos divulgados ou jogos que eles não tem afinidade. Na verdade o Vgchartz funciona como uma estatística através de uma coleta de dados de uma pequena amosta do varejo. Depois que os principais contabilizadores de vendas lançam seus relatórios, como a NPD Group, eles o atualizam. Portanto, quando você ver as vendas semanais lançadas pela Vgchartz, tenha em mente que é apenas uma tendência que pode ser confirmada ou não. E nem sempre os números de vendas coincidem com o número correto. Tanto pode variar pra mais ou para menos. Logo Vgchartz não se pode confiar totalmente como fonte única de credibilidade de uso de dados de vendas.

05 - Eu odeio análises de sites

Quem nunca odiou uma nota de um site importante, daquele jogo que você tanto gostou e quando foi ver a nota, discordou completamente. Será que todas as notas publicadas nas principais mídias condizem com a realidade ou é apenas uma manipulação para favorecimento de determinados produtos concorrentes ou de seus gostos pessoais? Não se sabe e não podemos afirmar veemente. Mas o certo é que boa parte das notas não refletem realmente a qualidade do jogo. Existem diversos teorias para chegar ao entendimento comum porque as notas são tão variadas. Uma delas é que o jogo é como música ou um filme, dependerá da pessoa que o está avaliando, ou seja, toda nota que se preze, terá reflexão ao subjetivo do que uma mera avaliação objetiva ou conceitual. A polêmica da nota também é justificada  pela falta de critérios transparentes que explicam aquele valor.

Existem outras coisas que vocês tanto odeiam, pode ser desse blog, de revistas, de sites e de até editores especializados. O importante é criticar sem faltar com respeito. A internet é livre para publicação de opiniões, mas não podemos ultrapassar os limites. Mesmo odiando tudo isso podemos aproveitar e filtrar as informações que sites e editores nos fornecem. Lembrem, no fundo isso tudo é apenas diversão, não se matem por isso, não vale a pena!

domingo, 8 de setembro de 2013

Análise Castle of Illusion Remake



Meus amigos, terminei Castle of Illusion Remake versão PSN. O jogo é simplesmente uma homenagem digna ao clássico do Mega Drive lançado em 1990. O trabalho de arte e os gráficos em si, ficaram lindos. Parece tudo familiar, contudo sempre terá uma sensação de novo, lembrando bastante a produção de Resident Evil Remake do Game Cube em suas devidas proporções. Portanto jogar novamente Castle of Illusion é relembrar o clássico com bastante novidades nos gráficos e na jogabilidade.


O que mais fiquei impressionado foi a construção e a transição da jogabilidade 2D para a jogabilidade 3D. Você quase não percebe essa transformação, deixando o game bem natural nessas partes. Outro ponto a destacar são os níveis de profundidade, exemplifico, quando você está jogando, você consegue ver uma suposta continuidade de fase em outro plano do jogo. O melhor disso é você ver as interações e as animações do jogo quando isso ocorre. Se você for um jogador atencioso, perceberá aonde você estará mais pra frente na fase. As batalhas com os chefes de cada fase também impressiona, mesmo aproveitando a ideia clássica, eles adicionaram novos elementos de como funcionaria aquilo em um redesign moderno. Resultado as batalhas serão memoráveis, algumas fáceis e outras nem tanto, mas tendo paciência descobre as manhas de cada um.


O Castelo totalmente em 3D, na frente de Mickey a primeira fase
A trilha sonora como vocês devem saber foi refeita pelo compositor Grant Kirkhope, ex-Rare e o resultado ficou do mesmo nível do clássico. A novidade ficou pela narração ocasional de  Richard McGonagle , que faz a narração do jogo em alguns pontos na fase e nas partes de abertura e encerramento do jogo. Outro ponto destacar na parte sonora são as vozes características de Mickey e da bruxa Mizrabel, bem dubladas. Além disso, os inimigos do jogo também estão com efeitos de vozes legais e algumas bem engraçados como, por exemplo, a voz do "A" maluco na fase da biblioteca. O jogo também oferece a opção de jogar com a trilha sonora clássica. Também você pode tirar a narração do jogo, caso não goste.


Antes do seu lançamento, a Uol Jogos e a PS3 Brasil afirmaram que a jogabilidade estava bastante modificada e prejudicada quando testaram a demo na E3 2013. No momento eu até fiquei preocupado, mas pelo histórico que a Uol Jogos tem com os jogos da Sega e também pelo fato de ter visto gameplays ao vivo, percebi que isso era apenas uma queixa de analistas mais preocupado em procurar defeito do que mostrar o que realmente é de fato. 


Na fase da biblioteca você depara com uma fase dessa
A verdade é que o jogo tem uma jogabilidade simplificada, pois tiraram a bundada de Mickey, porém, o sistema de pulo é bastante eficiente porque ao pular no inimigo e pressionar novamente o botão de pulo, você consegue o impulso que lhe favorece em combos ou para atingir áreas mais altas e secretas. E o negócio de controles escorregadio cheira mais ser um argumento de recalque, pois em nenhum momento tive essa dificuldade. Como disseram bem alguns comentários críticos na análise da Uol Jogos, "você deve ter colocado vaselina no controle". Engraçado né, mas é o único motivo que realmente concordo para o tal argumento do analista da Uol Jogos.

Bem ainda tem outro ponto negativo que os analistas falaram, o tal dos engasgos que incomodaram seus gameplays. É amigos, joguei aqui várias e várias vezes, não teve nenhum travamento ou quedas drástica de frame rate. Será que o Playstation 3 dos estimados analistas é diferente de todo mundo? Muito estranho isso.

Bom chega de criticar os pontos negativos das análises de terceiros e vou comentar meus pontos negativos do jogo. Castle of Illusion parece que foi desenvolvido para agraciar principalmente os jogadores novatos no que tange a jogabilidade e o desafio das fases. O jogo para os olds gamers ficou consideravelmente fácil, não se tratando das fases em si, mas pela quantidade de saves points próximos a parte que você morre. 

Em alguns sub-níveis você pode até cometer erros e não perder life e a fase pode ser continuada normalmente, é o caso do primeiro sub-nível do primeiro act da fase da floresta encantada cujo objetivo final é coletar a primeira carta do baralho. Agora quando realmente você morre, o jogo começa no inicio da fase, como no clássico. Será? Não, nem sempre, em algumas fases, o computador faz questão de lhe ajudar e deixar mais próximo possível do ponto que você morreu. A única certeza de você voltar para o ponto zero é realmente perder todas as vidas.

Floresta Encantada, nessa parte, se você cair, a fase continua sem perder estrela
Outra coisa chata não foi ter colocado os níveis de dificuldade do jogo, lamentável no meu ponto de vista. O jogo não tem a opção de língua portuguesa. Lembro bem que a Sega contratou um tradutor da nossa língua mãe. Mesmo sendo um jogo fácil de ser traduzido, não temos essa opção infelizmente. Apesar desses defeitos o jogo tem um bom replay, pois ao terminar o jogo você precisa colecionar as cartas e uns itens secretos para abrir novas roupas de Mickey. Vale também ressaltar que sua pontuação é atualizado num ranking global, interessante para avaliar seu desempenho com outros jogadores.

Dessa forma, Caslte of Illusion é um remake clássico totalmente reimaginado na qual jogadores clássicos e também novatos irão se deliciar e aproveitar cada momento desse trabalho primoroso do estúdio australiano da Sega. Apesar de curto em sua jornada, a compensação estará no prazer de rever os novos gráficos e as lindas músicas remixadas. 

NOTA: 8,0

RESUMO:
+ Gráficos lindos
+ Trilha sonora impecável
+ Jogabilidade prazerosa
+ Replay considerável para o tipo de jogo
+ Chefes com novos desafios

- Curto
- Falta de tradução para português
- Falta de opção de nível de dificuldade
- Desafio

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Os jogos de plataforma estão mais do que na moda nessa geração


Os saudosistas e os retro-gamers tem uma mania chata de ficar sempre defendendo o seu passado como a melhor geração dos jogos. Convenhamos foi uma época de ouro de criatividade que surgiram diversos jogos de diversos gêneros que alimentaram essa fábrica dos sonhos, que é o vídeo game. Mas os anos 80 e os anos 90 foram especialmente dedicados a um gênero predominante - os jogos de plataforma. Foram centenas de jogos lançados e dentre tantas celebridades os mais notáveis foram Pitfall, Super Mario Bros, Metroid, Castlevania, Megaman, Castle of Illusion, Sonic The Hedgehog, Earthworm Jim, Donkey Kong Country, Rayman e Crash Bandicoot. Hoje o gênero da moda é o FPS, mas antigamente quem dava as cartas era o gênero plataforma.

Nos meados dos anos 90 e nos anos 2000 o gênero sofreu transformações e tentativa de se adaptar ao mundo 3D, alguns se deram bem outros nem tanto. Mas o que se perdeu no tempo foi a magia clássica e parecia que os jogadores mais novos não tinha mais atenção por esse gênero deixando a mercê apenas para os saudosistas e os fãs mais velhos. Hoje muitos acreditam que a fórmula dos jogos de plataforma está estagnada e o campo para criação de novos personagens carismáticos e as novas maneiras de jogo estão demasiadamente cansada e repetitiva. Em resumo, o gênero plataforma estaria fadada ao esquecimento.


É claro que alguns jogos como Mario e Sonic conseguiram sobreviver aos novos tempos. O primeiro pela sua característica únicas se adaptou fácil e ainda conseguiu manter nos holofotes na mídia. O segundo sofreu com a mudança, devido a uma jogabilidade mais complexa apoiada em velocidade, mas que fez bem, pois encontrou o equilíbrio entre uma jogabilidade rápida e lenta. Mas tirando essas duas celebridades, o que restou dos jogos de plataforma? A maioria ficou no esquecimento e a tradicional jogabilidade 2D pro espaço.

Hoje os jogos de plataforma não tem mais um espaço e atenção de outrora, salvo algumas exceções como já foi dito. Mas o que parecia tudo perdido nesse final dessa geração surge uma onda de remakes de jogos clássicos, resgatando a velha e boa fórmula da jogabilidade 2D e, mais do que isso, surgindo novas IPs (propriedades intelectuais) a todo vapor para esta e na próxima geração. 

O principal responsável pela febre seria os jogos digitais que através de lojas digitais (Steam, PSN e XBLA) facilitaram tanto paras as produtoras indies como as grandes publicadoras a desenvolver jogos de baixo custo e alto retorno financeiro. Mas para conseguir o sucesso e atenção dos jogadores, as produtoras investiram em criatividade, originalidade e claro numa diversão única capaz de ofuscar as exigências por gráficos sofisticados característicos dos jogos modernos.


Vejamos exemplos de jogos de plataforma clássica e moderna que já estão no forno e que estão em fase de desenvolvimento:

Castle of Illusion Remake
Produtora: Sega
Plataforma: PS3 e X360
Lançamento: Outubro/2013

Strider
Produtora: Capcom
Plataforma: PS3, X360
Lançamento: 2014

DuckTales
Produtora: Capcom
Plataforma: PS3, X360, PC e Wii U
Lançamento: Agosto/2013

Sonic Lost World
Produtora: Sega
Plataforma: Wii U e 3DS
Lançamento: Novembro/2013

Flashback
Produtora: Ubisoft
Plataforma: PS3, X360 e PC
Lançamento: Agosto/2013

Cloudberry Kingdom
Produtora: Ubisoft
Plataforma: PS3, X360, PC e Wii U
Lançamento: Disponível

Journey
Produtora: Sony
Plataforma: (PSN) Playstation 3
Lançamento: Disponível

Tearaway
Produtora: Sony
Plataforma: PS Vita
Lançamento: Novembro/2013

Puppeteer
Produtora: Sony
Plataforma: PS3
Lançamento: Setembro/2013

Rayman Legends
Produtora: Ubisoft
Plataforma: PS3, X360, Wii U e PC
Lançamento: Novembro/2013

Guacamelee
Produtora: Drinkbox Studios
Plataforma: PS Vita, PS3 e PC
Lançamento: Disponível

Stealth Inc.: A Clone in the Dark
Produtora: Curve Studios
Plataforma: PS3 e PS Vita
Lançamento: Disponível

New Super Mario Bros U
Produtora: Nintendo
Plataforma: Wii U
Lançamento: Disponível

Donkey Kong Country Returns
Produtora: Nintendo
Plataforma: Wii e 3DS
Lançamento: Disponível

Donkey Kong Country Tropical Freeze
Produtora: Nintendo
Plataforma: Wii U
Lançamento: Novembro/2013

Super Mario 3D World
Produtora: Nintendo
Plataforma: Wii U
Lançamento: Dezembro/2013

Sly Cooper: Thives in Time
Produtora: Sony
Plataforma: PS3 e PS Vita
Lançamento: Disponível

Ratchet & Clank: Into the Nexus
Produtora: Sony
Plataforma: PS3 e PS Vita
Lançamento: Novembro/2013


Outros que já foram lançados a algum tempo, mas pra quem não teve a chance de jogar, vale a pena conferir:
  • Alice Madness Returns
  • Sonic Generations
  • Super Mario Galaxy 1 e 2
  • Sonic Colors
  • Rayman Origins
  • Hell Yeah!
  • Earthworm Jim HD
  • Limbo
  • Braid
  • LittleBigPlanet 1 e 2
  • New Super Mario Bros 1 e 2
Assim podemos concluir que os jogos de plataforma, que apesar ter sofrido nesses últimos anos, encontrou um caminho adequado aos novos tempos e prova que a inovação e a simplicidade podem caminhar juntos! E o mais importante, mostrou para os jogadores novatos de que a dificuldade desse gênero pode ser acessível para todos. Pra ficar perfeito, um personagem que nos faz muito falta, o retorno de Crash Bandicoot! 



domingo, 21 de julho de 2013

Aviso

Amigos deu pra notar que o blog tá quase parando, mas são os compromissos pessoais e os concursos que tiram meu tempo. Mas nunca deixo de acompanhar as notícias nas principais mídias, uma vez gamer, sempre gamer! Estou gastando meu tempo ocioso mais em jogar do que escrever no blog. Falando em jogar que coisa maravilhosa foi terminar a campanha de The Last of Us! Até agora o melhor jogo do ano, na minha humilde opinião! E o multiplayer dele é divertido e viciante, recomendo a todos!
E Sonic Lost World cada vez mais lindo e maravilhoso. Pena ser exclusivo!
Estou louco pra fazer o ranking do Playstation One e do Dreamcast. Minha maior dívida do blog com os amantes desses consoles. Mas eu pago minhas dívidas, pode deixar!

Até a próxima! ^^

Recado aos críticos sobre minhas opiniões no blog


As pessoas tem opiniões, tem critérios, tem preferências, tem gosto e tem conhecimentos diferentes. Mas existem pessoas que não aceitam nada que seja oposto da sua verdade ou de um senso comum. Quer jogar na sua cara que você está errado e a mídia esta completamente certa! A pessoa esquece que estamos falando de uma cultura de entretenimento, onde jamais existirá verdades absolutas.

Acontece que tem gente que se incomoda, por exemplo, quando você tem uma apreciação de um certo produto que não foi popular, mas que lhe proporcionou satisfação e prazer pessoal. Essa cultura em específico que falo, é a do jogos eletrônicos. Descobri o quão é perigoso participar de fóruns e ter um blog pra omitir sua opinião. Jogadores são perigosos! São uma mente complexa e ciumenta. Muitas vezes invejosa e doentias por marcas.

Então continuo achando a Sega maior produtora de jogos de todos os tempos, acho Sonic mais foda que Mario, acho o console Wii um brinquedo, a Nintendo só sobreviveu nas duas gerações anteriores por causa dos seus portáteis, o Mega vendeu 40 milhões, o melhor videogame da Nintendo foi o Game Cube. O Wii U é o novo Dreamcast. A Capcom virou uma mercenária de DLCs. Essa geração entupiu de FPS e prejudicou muitas vendas de excelentes jogos. Resident Evil 6 é um desonra a franquia e bla bla bla...

Tá preocupado com minha opinião e o que eu acho? Está preocupado com minhas listas que faço no blog? Infelizmente não posso fazer nada! Eu nunca coloquei minha opinião como verdade absoluta e nunca pedi pra você comprar ou jogar aquilo que eu gosto! Aprenda uma coisa, respeite antes de criticar e ficar rotulando as pessoas sem nem conhecer bem elas.

Uma boa noite! e "Ladies and Getleman, Start Your Engines" and "Let's Play!  (os mais fortes entenderão!)


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Os nomeados ao Game Critic Award E3 2013

Os Game Critic Awards, formados pela opinião da imprensa de videojogos dos Estados Unidos, vão decidir os videojogos premiados da E3 2013. A lista de nomeados já se tornou pública desde ontem.
Ao que tudo indica, Titanfall parte com seis nomeações e Destiny e Watch Dogs com cinco nomeações. Estes são os jogos mais valorizados pela imprensa norte-americana.
A SEGA implacou 4 nomeações, sendo Company of Heroes 2 e Total War: Rome II sendo indicado em 2 categorias diferentes.
A lista dos nomeados é então a seguinte:

Melhor da E3
  • Destiny (Bungie/Activision, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Xbox One)
  • Oculus Rift HD (Oculus VR)
  • PlayStation 4(Sony Computer Entertainment)
  • Titanfall (Respawn Games/Electronic Arts, para a Xbox One, Xbox 360 e PC)
  • Watch Dogs (Ubisoft, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Wii U, Xbox One)
Melhor Jogo Original
  • Destiny (Bungie/Activision, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Xbox One)
  • Fantasia: Music Evolved (Harmonix/Disney Interactive, para a Xbox 360, Xbox One)
  • Rain (Japan Studio/Sony Computer Entertainment, para a PlayStation 3)
  • Titanfall (Respawn Games/Electronic Arts, para a Xbox One, Xbox 360 e PC)
  • Watch Dogs (Ubisoft, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Wii U, Xbox One)
Melhor Jogo para Console
  • Batman: Arkham Origins (WBIE Montreal/WBIE, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, Wii U)
  • Beyond: Two Souls (Quantic Dream/Sony Computer Entertainment, para a PlayStation 3)
  • Destiny (Bungie/Activision, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Xbox One)
  • Infamous: Second Son (Sucker Punch/Sony Computer Entertainment, para a PlayStation 4)
  • Titanfall (Respawn Games/Electronic Arts, para a Xbox One, Xbox 360 e PC)
  • Watch Dogs (Ubisoft, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Wii U, Xbox One)
Melhor Jogo Portátil
  • Batman: Arkham Origins Blackgate (Armature Studio/WBIE, para a PlayStation Vita e 3DS)
  • Phoenix Wright: Ace Attorney - Dual Destinies (Capcom/Capcom, para a 3DS)
  • Plants vs. Zombies 2 (Popcap/EA, para Android, iPad, iPhone)
  • Tearaway (Media Molecule/Sony Computer Entertainment, para a PlayStation Vita)
  • The Legend of Zelda: A Link Between Two Worlds (Nintendo EAD/Nintendo, para a 3DS)
Melhor Jogo PC
  • Battlefield 4 (DICE/Electronic Arts, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Xbox One)
  • Company of Heroes 2 (Relic/Sega, para PC)
  • The Elder Scrolls Online (Zenimax Online/Bethesda, para PC, Mac, PlayStation 4)
  • Titanfall (Respawn/Electronic Arts, para a Xbox One, Xbox 360 e PC)
  • Total War: Rome II (Creative Assembly/Sega, para PC)
Melhor Hardware
  • Oculus Rift (Oculus VR)
  • PlayStation 4 (Sony Computer Entertainment)
  • Blade (Razr)
  • Shield (Nvidia)
  • Xbox One (Microsoft)
Melhor Jogo de Ação
  • Battlefield 4 (DICE/Electronic Arts, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Xbox One)
  • Call of Duty Ghosts (Infinity Ward/Activision, para PlayStation 3, Xbox 360, PC, PlayStation 4, Xbox One)
  • Destiny (Bungie/Activision, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Xbox One)
  • Killzone: Shadow Fall (Guerilla Games/Sony Computer Entertainment, para a PlayStation 4)
  • Titanfall (Respawn/Electronic Arts, para a Xbox One, Xbox 360 e PC)
Melhor Jogo de Ação/Aventura
  • Assassin's Creed IV: Black Flag (Ubisoft Montreal/Ubisoft, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, Wii U, PlayStation 4, Xbox One)
  • Batman: Arkham Origins (WBIE Montreal/WBIE, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, Wii U)
  • Bayonetta 2 (Platinum Games/Nintendo, para a Wii U)
  • Infamous: Second Son (Sucker Punch/Sony Computer Entertainment, para a PlayStation 4)
  • Watch Dogs (Ubisoft Montreal/Ubisoft, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Wii U, Xbox One)
Melhor RPG
  • Dark Souls II (FromSoftware/Namco-Bandai, para PC, PlayStation 3, Xbox 360)
  • The Elder Scrolls Online (Zenimax Online/Bethesda, para PC, Mac, PlayStation 4)
  • Mario & Luigi: Dream Team (AlphaDream/Nintendo, para a 3DS)
  • Shin Megami Tensei IV (Atlus/Atlus, para a 3DS)
  • South Park: The Stick of Truth (Obsidian/Ubisoft, para a PlayStation 3, Xbox 360)
Melhor Jogo de Corrida
  • Forza 5 (Turn 10 Studio/Microsoft Studios, para a Xbox One)
  • Gran Turismo 6 (Polyphony Digital/Sony Computer Entertainment, para a PlayStation 6)
  • Mario Kart 8 (Nintendo EAD/Nintendo, para a Wii U)
  • Need for Speed: Rivals (Ghost Games/Electronic Arts, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Xbox One)
  • The Crew (Ivory Tower/Ubisoft, para PC, Xbox One, PlayStation 4)
Melhor Jogo de Esporte
  • FIFA 14 (EA Canada/EA Sports, para PlayStation 3, Xbox 360, PC)
  • NHL 14 (EA Canada/EA Sports, , para a PlayStation 3, Xbox 360)
  • Madden NFL 25 (Tiburon/EA Sports, para a PlayStation 3, Xbox 360, Wii U)
  • Pro Evolution Soccer 2014 (PES Productions/Konami, para PC, PSP, PlayStation 3, Xbox 360)
Melhor Jogo de Estratégia
  • Command and Conquer (Victory Games/Electronic Arts, para PC)
  • Company of Heroes 2 (Relic/Sega, para PC)
  • Pikmin 3 (Nintendo EAD/Nintendo, para a Wii U)
  • Total War: Rome II (Creative Assembly/Sega, para PC)
Melhor Jogo Social
  • Disney Infinity (Avalanche/Disney Interactive para a 3DS, PC, PlayStation 3, Xbox 360, Wii, Wii U)
  • Fantasia: Music Evolved (Harmonix/Disney Interactive, para a Xbox 360, Xbox One)
  • LEGO Marvel Super Heroes (TT Games/WBIE, para PC, DS, PlayStation 3, Xbox 360, 3DS, PlayStation Vita)
  • Plants vs. Zombies 2: It's About Time (Popcap/EA, para Android, iPad, iPhone)
  • Skylanders: Swap Force (Vicarious Visions/Activision, para a 3DS, iPad, PlayStation 3, Wii, Wii U, Xbox 360)
  • Project Spark (Team Daokta/Microsoft Studios, para a Xbox One)
Melhor Jogo Multiplayer Online
  • Battlefield 4 (DICE/Electronic Arts, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Xbox One)
  • Destiny (Bungie/Activision, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Xbox One)
  • Titanfall (Respawn/Electronic Arts, para a Xbox One, Xbox 360 e PC)
  • The Elder Scrolls Online (Zenimax Online/Bethesda, para PC, Mac, PlayStation 4)
  • Watch Dogs (Ubisoft Montreal/Ubisoft, para PC, PlayStation 3, Xbox 360, PlayStation 4, Wii U, Xbox One)
Melhor Jogo Download
  • Contrast (Compulsion Games, para PC, PlayStation 3, Xbox 360)
  • Octodad: Dadliest Catch (Young Horses Inc, para a PlayStation 4)
  • Outlast (Red Barrels, para PC)
  • Rain (Japan Studio/Sony Computer Entertainment, para a PlayStation 3)
  • Transistor (Supergiant Games, para PC, PlayStation 4)

domingo, 23 de junho de 2013

Sonic completa 22 anos e a Sega faz promoções


Faz 22 anos que foi lançamento o primeiro jogo de Sonic, foi em 23 de junho de 1991, uma data histórica para o mundo dos jogos eletrônicos. Para comemorar essa data a Sega preparou diversas promoções para as redes PSN, XBLA, Steam, iOS e Google Play.

Todos os jogos de Sonic estão em $0,99 exclusivamente para iTones AppStore, Google Play e Amazon App Store. A promoção é por tempo limitado e pode ser adiada para algumas plataformas

Fonte: Sega Blog

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Oculos Rift o acessório da realidade virtual jamais vista


Sabe aquele sonho de os jogadores serem transportados para dentro do jogo e não sofrer nenhum incômodo visual? O gadget Oculos Rift é o acessório que promete uma nova experiência de realidade virtual jamais vista sem os tradicionais incômodos visuais que sofremos quando usamos óculos 3D. Exemplos desses incômodos mais comuns são o cansaço na vista, dores de cabeças e até tonturas.

De acordo com a equipe Tecnoblog, o gadget ou headset como queiram, é leve, confortável e exibe as imagens em uma tela LCD de 1280×800 pixels em 60 Hz. A resolução não corresponde ao produto final, que deve ter uma qualidade maior. O headset fica ligado a uma pequena caixa com botões de controle de contraste e brilho; essa caixa fica ligada a uma fonte de alimentação e ao PC com um cabo USB e HDMI.
A versão final do gadget promete vir com ajuste de foco e distância da tela, possibilitando que usuários nem precisem usar óculos ao jogar. Mesmo assim, o acessório pode ser usado com óculos e não atrapalha no encaixe no seu rosto.


A única má notícia é que o gadget ainda não tem data de lançamento e nem preço definido. O kit de desenvolvimento está custando $ 300,00 e possui integração com as engines Unity 3D e Unreal Engine.
 As imagens a seguir demonstra como veremos os jogos usando o óculos:





Pra terminar, o acessório anão tem previsão de integração com nenhum console. Entretanto, o Playstation 4 no futuro poderá ter o suporte. Shuhei Yoshida dos Worldwide Studios da Sony comentou no site Engadget que têm vários kits de desenvolvimento para o acessório de realidade virtual, mas esclarece que não existe suporte na PS 4. No entanto, quando colocada a questão se haverá suporte no futuro, respondeu "Não comento" com um grande sorriso na cara.

FONTES: Eurogamer e Tecnoblog

sábado, 8 de junho de 2013

Confira algumas line-ups das principais produtoras de jogos na E3

ACTIVISION


  • Call of Duty: Ghost
  • Destiny


CAPCOM

  • DuckTales Remastered
  • Dungeons & Dragons: Chronicles of Mystara
  • Lost Planet 3
  • Phoenix Wright: Ace Attorney
  • Jogo Surpresa (Tudo indica que seja Resident Evil 7)

E.A

  • FIFA 2014
  • UFC
  • Madden NFL 25
  • NBA LIVE
  • Need for Speed: Rivals
  • Battlefield 4
  • Plantas vs Zombies 2
  • Ultima Forever
  • Fightback
  • Surpresas
SQUARE-ENIX
  • Deus Ex: The Fall
  • Deus Ex: Human Revolution The Director's Cut
  • Final Fantasy X e X-2 HD Remaster
  • Final Fantasy XIV: A Realm Reborn
  • Kingdom Hearts HD 1.5 Remix
  • Lightning Returns: Final Fantasy XIII
  • Mini Ninjas
  • Murdered: Soul Suspect
  • Thief 
KONAMI
  • Metal Gear Solid V: The Phantom Pain
  • Castlevania: Lord of Shodow 2
  • PES 2014

SEGA
  • Sonic Lost World
  • Castle of Illusion
  • Total War: Rome II
  • Company of Heroes
  • The Cave
SONY
  • Gran Turismo 6
  • KillZone Shadow Fall
  • DriveClub
  • Beyond:Two Souls
  • The Last of Us
  • Destiny
  • Infamous: Second Son
  • The Last Guardian (surpresa quase certa)
  • Uncharted 4 (surpresa incerta)
  • No total serão cerca de 40 jogos na feira
  • Conferência e revelação Playstation 4

UBISOFT

  • Assassin's Creed IV: Black Flag
  • Splinter Cell: Black List
  • Rayman Legends
  • Watch Dogs
  • South Park: The Stick of Truth
MICROSOFT
  • Halo 5
  • Forza Motorsport 5
  • Banjo Zakooie: Grunty's Island
  • Killer Instinct
  • Quantum Break
  • Fable 4
  • Conferência e surpresas
NINTENDO
  • Bayonetta 2
  • Pikmin 3
  • Super Smash Bros
  • Mario Kart
  • Super Mario
  • The Legend of Zelda: The Wind Waker HD
  • Diversas surpresas no Nintendo Direct

SEGA revela sua lista de jogos para E3 2013

A SEGA anunciou em seu blog oficial a sua line-up de jogos que irá apresentar na semana da E3.

Serão cinco jogos, incluindo o já conhecido Sonic Lost World para a Wii U e 3DS, o jogo onde a estrela será o Mickey Mouse do Castle of Illusion para o PC, PSN e XBLA, o Company of Heroes 2 e Total War: Rome 2 ambos para PC e o The Cave que será para dispositivo móvel.

A empresa divulgará fotos no evento pelo Twitter e pelo Instagram bastando acompanhar pelo seu hashtag #SegaE3.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Plants vs Zombies 2: It's About Time

Plants vs Zombies 2: It's About Time, é a continuação direta do sucesso Plants vs Zombies que vendeu mais de 10 milhões de downloads. Desenvolvida pela PopCap Games e publicada pela E.A. Segundo a produtora o jogo será lançado em 18 de julho de 2013 e por enquanto gratuito e exclusivo ao sistema iOS, ou seja, aos smartphones e tablets da Apple (iPhone e iPad). Pelo título do jogo e pelas fotos divulgadas, sugere que as plantas viajarão no tempo como no Egito Antigo, Época dos Piratas e o Velho Oeste. Percebe-se também que o jogo trará novas habilidades, plantas e zumbis, consequentemente uma maior variedade de movimentos de ação.

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The Last of Us: Novo Comercial


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Playstation 4 vs Xbox One vs Wii U - Artigo da Tecmundo


Finalmente, a Microsoft apresentou ao mundo sua máquina para entrar na corrida da oitava geração de consoles. O Xbox One vem para competir diretamente com o PlayStation 4 e com o Wii U. Até o momento não sabemos como ele se sai na prática, mas, com base nos dados divulgados, podemos ter ideia do potencial do aparelho.

Resolvemos coletar dados mais específicos para sabermos como esses aparelhos se saem na briga pelo posto de vídeo game mais robusto. Agora, você confere quais as vantagens e desvantagens de cada um — e o que isto implica na hora de rodar os jogos. Chega de papo e vamos para as batalhas.

PS4 e Xbox One: quase o mesmo cérebro

Durante muitos meses, você pôde conferir, no Baixaki Jogos e no Tecmundo, uma enxurrada de rumores sobre os novos vídeo games da Microsoft e da Sony. Diversos boatos apontavam que as duas companhias apostariam nas tecnologias da AMD para os processadores de seus consoles de oitava geração.

APUs da AMD serão usadas no PS4 e no Xbox One (Fonte da imagem: Reprodução/Tested)

Agora, que já conhecemos as verdadeiras especificações,temos a certeza de que as duas gigantes dos vídeo games apostaram na mesma fabricante. Parte da estruturação dos componentes foi desenhada pela Microsoft (no caso do Xbox One) e pela Sony (para seu respectivo console), contudo, os núcleos e demais elementos no interior dos chips foram preparados pela AMD.

Com o recente anúncio do Xbox One, podemos saber que os dois consoles vão trazer cérebros quase idênticos. A unidade central de processamento dos dois aparelhos é baseada na arquitetura AMD Jaguar. Os processadores vão contar com oito núcleos, os quais devem operar com frequência de 1,6 GHz — e cogitam-se clocks de até 2 GHz.

A quantidade de memória cache é a mesma nos dois dispositivos, o que significa igualdade para o armazenamento temporário de informações auxiliares de processamento. Além disso, o processo de fabricação indica que a CPU deve alcançar resultados similares e liberar pouco calor.

Wii U aproveita outra arquitetura

O vídeo game da Nintendo é o único aparelho da oitava geração que resolveu manter uma ligação com a boa e velha arquitetura da IBM. Trazendo um processador PowerPC 750 com três núcleos, o Wii U acaba ficando atrás na corrida pelo melhor desempenho. Além de ter menor quantidade de recursos, este chip opera em frequência mais baixa, ou seja, são milhões de instruções a menos por segundo.

Processador do Wii U (Fonte da imagem: Reprodução/AnadTech)
É importante notar ainda que o console da Nintendo conta com memória cache reduzida e uma tecnologia de construção antiga. Claro, sabemos que é uma arquitetura diferente, algo que influencia diretamente na execução dos jogos. Todavia, mesmo a melhor das arquiteturas não pode fazer milagres contra hardwares mais potentes.

Xbox One perde em poderio gráfico

Os SoCs (System on Chip) dos consoles da Microsoft e Sony são muito parecidos, mas as empresas tomaram decisões diferentes na hora de definir como seus aparelhos vão cuidar dos gráficos. Apesar de ambos trazerem a arquitetura Radeon GCN, as características internas são distintas e vão resultar em grandes diferenças de desempenho.

A frequência do chip gráfico é a mesma para os dois aparelhos, porém o PlayStation 4 conta com 1.152 Unidades de Computação (processadores de shader), enquanto o Xbox One utiliza apenas 768 núcleos. A Microsoft relatou que o console oferece oito vezes mais performance que o Xbox 360, mas, na prática, ele deve entregar cinco vezes mais poderio que o antecessor.

Apesar do número de núcleos não significar necessariamente melhor desempenho, a quantidade de FLOPS (Operações de Pontos Flutuantes) indica claramente que a GPU do Xbox One é 33% mais fraca do que a do PlayStation 4. Em números, pode ser que os gráficos do console da Sony sejam melhores, mas é preciso levar em conta a questão da arquitetura e da tecnologia de renderização — que são bem diferentes.

Wii U não acompanha os concorrentes

Quando o assunto é processamento gráfico, o Wii U entrega visuais mais próximos do que aqueles que vemos no PS3 e no Xbox 360. A GPU do console da Nintendo opera em clock mais baixo, o que já é uma grande desvantagem. Contudo, algo que realmente afeta o desempenho é a redução dos núcleos da GPU — é menos da metade do que existe no Xbox One.

O pior problema mesmo é a quantidade de operações que o chip pode realizar. Segundo o VGChartz, o console da Nintendo alcança no máximo 352 GFLOPS, ou seja, a GPU alcança apenas um terço da capacidade da unidade gráfica do Xbox One e menos de um quinto da capacidade do PlayStation 4.

A memória pode fazer toda a diferença


Fichas de Memória GDDR5 Serao Usados ​​nenhuma PlayStation 4 (Fonte da Imagem: Reprodução / PCInpact)
A terceira característica que queremos colocar em foco é a memória. Nesse quesito, as duas companhias tomaram a decisão certa ao optarem por uma grande quantidade de espaço para dados temporários. Os módulos que totalizam 8 GB de memória RAM em cada aparelho são mais do que suficientes para dar conta de guardar dados do sistema, dos jogos e de apps que rodam em segundo plano.

Essa gigante quantidade de RAM é crucial para que os video games possam trabalhar com grandes pacotes de texturas, utilizem filtros mais avançados e mantenham funções (como o compartilhamento e captura de vídeos) do sistema sempre disponíveis.

Ainda que as duas empresas tenham acertado na quantidade, parece que a Microsoft cometeu uma gafe na hora de definir a tecnologia desses componentes. As memórias DDR3 são muito rápidas e perfeitamente competentes para a maioria das atividades (computadores utilizam essa tecnologia e são mais rápidos que o PS4 e o Xbox One).

Todavia, quando falamos em processamento de gráficos para jogos, qualquer mínima diferença é essencial. Nesse caso, a esperteza da Sony foi trabalhar em uma arquitetura capaz de aproveitar módulos de memória GDDR5 (baseados no padrão DDR3), que são compartilhados para todos os componentes.

Os módulos dos dois video games usam a mesma interface (256 bits), mas o clock elevado de 5.500 MHz no PS4, contra 2.133 MHz do Xbox One, garante a surpreendente largura de 176 GB/s — enquanto o Xbox consegue apenas 68,3 GB/s. Isso quer dizer que a GPU do PlayStation 4 é equivalente a uma Radeon HD 6970.


O truque do Xbox One

Para compensar esse probleminha de lentidão da memória, a Microsoft colocou uma memória auxiliar embutida no SoC de seu console. A memória eSRAM instalada próxima à GPU e à CPU serve para garantir agilidade na troca de informações importantes. Esse componente embutido pode ser compartilhado e aumentar a performance geral do aparelho.

Segundo os detalhes da AnadTech, o Xbox One conta com apenas 32 MB de eSRAM, o que pode parecer — e realmente é — muito pouco. Todavia, se esta memória for usada apenas como um cache, ela é mais do que suficiente para realizar sua tarefa. A largura de banda deste componente chega a 102 GB/s (51 GB/s em cada direção da comunicação interna).

Juntando a largura de banda da eSRAM (102 GB/s) com a da memória RAM (68,3 GB/s) e com a da comunicação entre GPU e CPU (30 GB/s), o cálculo fecha e bate com o número que a Microsoft apresentou: 200 GB/s de largura de banda do sistema.

Claro que não funciona dessa forma e foi uma péssima ideia passar apenas esse número para o público, mas foi uma maneira que a companhia encontrou de superar a concorrente. É como se a Microsoft tivesse dois carros: um alcança 80 km/h e outro chega a 120 km/h, e os dois juntos conseguem 200 km/h. Deu para entender a propaganda forçada?

O Wii U apanha muito

Apesar de conseguir superar bonito o PS3 e o Xbox 360 em quantidade de memória, o Wii U sofreu árduas críticas de desenvolvedores por não oferecer largura de banda suficiente para grandes quantidades de dados. Na prática, isso quer dizer que ele tem espaço para guardar muita informação, mas não se comunica de forma rápida com os demais componentes.

Com base nos números de série dos módulos Samsung de memória DDR3 do Wii U, podemos verificar que a Nintendo economizou seriamente nesse sentido. A companhia optou por componentes que trabalham com clock de 1.600 MHz, o que resulta na largura de banda máxima de 12,8 GB/s. Isso é menos de um décimo da capacidade do PlayStation 4. Vergonhoso!

É importante notar que a Nintendo também seguiu uma ideia usada anteriormente (das memórias eDRAM para auxiliar no processamento de dados importantes). A companhia não revelou os dados oficiais deste componente, mas não temos dúvidas de que essa pequena quantia de memória é mais lenta do que a do Xbox One.

Armazenamento indiferente

Apesar de ter apresentado seu console antes, a Sony não revelou qual será o dispositivo de armazenamento do PlayStation 4. A Microsoft, por outro lado, já detalhou que seu aparelho trará um disco rígido de 500 GB — que oferece muito mais espaço do que a memória flash de 32 GB da versão Deluxe do Wii U.

Vale notar que o armazenamento do Wii U promete maiores velocidades, mas, mesmo para os jogos mais robustos, os discos rígidos do PS4 e do Xbox One devem dar conta do recado. Ainda que não saibamos as especificações desses dispositivos, podemos notar, com base em peças de computadores, que até mesmo modelos com pouca memória buffer funcionam bem.

Que vença o mais divertido!

Depois de tantos dados apresentados, podemos dizer que o PlayStation 4 tem as melhores especificações. O hardware mais avançado pode produzir gráficos mais bonitos e executar outras funcionalidades com maior velocidade. No entanto, isso é algo válido principalmente para jogos exclusivos, que podem aproveitar esses diferenciais.

Em teoria, os games multiplataforma devem exibir visuais muito parecidos tanto no Xbox One quanto no PS4. Infelizmente, julgando por essas especificações, não podemos dizer que o Wii U terá capacidades para acompanhar os concorrentes nesse quesito. É importante lembrar que cada console tem um foco diferente, portanto os visuais não são tudo.

E, apesar das desvantagens de um ou outro, vale notar que o mais importante é a diversão, algo que as três companhias sabem proporcionar. Então, qual vídeo game você vai comprar?

Fonte: Tecmundo

Company of Heroes 2 - Trailer


"As batalhas de tanques na frente oriental da Segunda Guerra Mundial eram, e ainda são, algumas das maiores batalhas de tanques da história. Milhares de peças de armadura que combatê-lo em conflitos brutais em lugares como Brody e Kursk. O mundo pode nunca ver conflito de tanque desta dimensão novamente.

Tanques historicamente precisas são uma grande parte de Company of Heroes 2. Neste novo trailer, der uma olhada nos novos tanque de guerra diferente de tudo já visto em jogos! Mas na Frente Leste você encontrará mais do que os tanques ..."

Blog Sega


Castle of Illusion - Behind the Scenes

"Castle of Illusion está retornando para consoles nas redes do Xbox Live Arcade, PlayStation Network e Steam neste verão! Na atualização de hoje, ouvimos dos criadores originais da icônica versão clássica de 1990 para SEGA Genesis (Mega Drive), bem como dos desenvolvedores da nova versão do jogo. Completamente reconstruído a partir do zero, Castle of Illusion tem visual deslumbrante e novas mecânicas de jogo. Os fãs vão apreciar a história original, pois ajudarão Mickey a salvar Minnie da bruxa malvada, Mizrabel." Blog Sega


Confira diversas imagens de Sonic Lost World para Wii U e 3DS



















quarta-feira, 29 de maio de 2013

Aviso aos visitantes

Cancelei minha conta do google e fiz uma migração para outra conta. Dessa forma o blog teve algumas imagens retiradas. Vou aproveitar esse feriado para atualizar as noticias e as imagens.

Obrigado pela sua visita e sua atenção

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Bate Papo Gamer: One Love, One Box, One Anger, Xone

Xbox One, novo console da Microsoft

UM AMOR, UMA CAIXA, UMA RAIVA, XBOX ONE

Ontem dia 21 de Maio de 2013 as 14h no horário de Brasília a Microsoft nos apresentou seu novo console da próxima geração, entitulado Xbox One. Durante a maior parte da conferência, a Microsoft se ateve a demonstrar os novos recursos do console, o potencial gráfico em algumas demonstrações, o aprimoramento da tecnologia Kinect e da reformulação do design do controle do Xbox 360. Apesar de bons upgrades para proxima geração, o Xone não teve uma boa receptividade de crítica e público. A tragédia dessa repercussão se ateve as decisões equivocadas da nova política de consumo da Microsoft.

A PAIXÃO QUE TORNA ÓDIO

Vejamos algumas dessas decisões:

- Ao tornar um console multimídia com a real intenção de competir com a Google e Apple, fez o hardware ter um tamanho físico desproporcional. Especula-se que será o console mais caro da próxima geração com o pacote completo, girando em torno de $ 500 no lançamento.

- Nome confuso, One? Um? Porque não Xbox 720 ou Xbox Infinite, ou até o Xbox 3, caso não tivesse tanta criatividade. Mas eles decidiram colocar One para associar ao conjunto de recursos que o console oferecerá em um único pacote. Você gostou? Eu não gostei.

- O bloqueio de jogos usados e o uso de taxa para rodar de jogo usado é o cúmulo da burrice capitalista. Você dono do produto, perdeu a liberdade de compartilhar, trocar e até vender seu jogo. Para os analistas financeiros, chamamos isso de bi-tributação, já que a receita auferida pela taxa do usado é cabível incidência de imposto. Então fico imaginando como a Microsoft irá fazer isso no Brasil, já que essa prática é ilegal.

- O controle do Xone ficou bonito, mais magro e arrojado. Porém manteve as famosas pilhas! Uma atitude totalmente retrógrada da Microsoft, tendo em vista, que o concorrente utiliza bateria interna.

- A obrigatoriedade de ficar online pelo menos uma vez por 24 horas e o pior, alguns jogos exigirão uma ligação constante com a Xbox Live. E para piorar a situação tudo indica que a Xbox Live não será um serviço gratuito como acontece com a PSN, serviço de rede online da Sony Playstation 3 e 4.

- Os recursos como a TV ao Vivo no console ficou a princípio restrito ao mercado americano, apesar da intenção da Microsoft trazer o serviço para outras regiões, mas torna-se claro que a Microsoft quer focar as vendas de seu produto nos EUA.
  
Dessa forma, esse conjunto de noticías negativas chegou até afetar as bolsas de valores, fazendo com que a Sony e a Nintendo (principais rivais do setor) tivessem aumentos substanciais nas suas ações. Isso não signficara, apriore, que a Microsoft tera sérios problemas de vendas no futuro, mas é um prenuncio que essas decisões poderá justificar um resultado previsto inferior.

YOU SAY ONE LOVE, ONE LIFE

É bem verdade, que nem tudo é tempo ruim, e nessa tempestade toda, a Microsoft trouxe boas notícias, como um Hardware competente que competirá de igual pra igual com o Playstation 4, mesmo este sendo um pouco superior em nivel técnico. E o mais importante promete mais de 15 jogos exclusivos, sendo 8 inéditos, todos para o próximo ano. Um deles já anunciado, trata-se de Quantum Break produzido pela mesma criadora de Alan Wake, Remedy.

Outra notícia interessante é a expansão da marca Halo, que terá uma série de TV produzida por nada menos Steven Spielberg. A produção terá atores reais e o estúdio responsável pelas filmagens será a 343 Industries da própria Microsoft. Nada foi revelado se a série será exclusivo ao Xbox Live ou a confirmação da participação do personagem principal da franquia, Master Chief.

O Kinect 2 infelizmente não será integrado ao console, porém está mais sofisticado e menor. Dentre as melhorias, o kinect pode ser usado com uma menor distância de uso dentro de um ambiente fechado.

E pra terminar a sábia decisão de usar Blu-Ray como mídia principal do console!

Enfim o Xbox One nasceu como um console controverso e só o tempo dirá que aquelas decisões serão benéficas ou maléficas.